Aplausos, ao teatro do amanhecer, às ideias em prática, ao olhar pro horizonte, aplaudo. Aplausos aos que conseguem dizer, aos que conseguem pensar, aplaudo aos que não se intimidam ante o salto e o último suspirar. Aplausos ao palco de viver, ao cerrar das cortinas, ao apagar das luzes, às palmas a se rebater, aplausos por favor.
"Dele já sentiu perfurar, perfurando a esperança, aquela que mora, ou morou escondida, e hoje cai ainda perdida na sombra de quem quis, querendo, mas não saiu para viver, morrendo. Marrom, tive um sonho, quem dera poético, quem dera mentira, tive um sonho marrom, quem dera saída?"